O amor que transforma! Este é o verdadeiro amor que nos transporta das trevas para a maravilhosa luz! A palavra de Deus deixa para nós somente provas imensas do seu amor, como vemos em Romanos 5:8 "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores". Muitos quando vêem testemunhos de pessoas que foram transformadas, após uma vida sucessiva de pecados, acham que estas pessoas não seriam dignas de um perdão divino. Tais pessoas são tão inconscientes da mais profunda verdade bíblica, que é: "Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" Romanos 3:23. Isto nos deixa claro, que mesmo para aqueles que se julgam dignos de perdão, o Senhor não os considera diferente do mais vil pecador, um ex-assaltante, um ex-assassino, um ex-viciado, um ex-estuprador ou um ex-padre. Todos nós, antes de termos recebido do Pai o perdão somos considerados carentes da graça de Deus, quer dizer, da misericórdia que nos concede o perdão através do seu filho amado, Jesus! Leia testemunhos, de diferentes pessoas, de diferentes formas de Deus agir e acredite: Deus ama o pedador, seja ele qual for! Deus quer salvar e não quer que nenhum se perca, mas que todos cheguem a graça e ao pleno conhecimento de Cristo, que da a verdadeira sabedoria e confunde aos Sábios deste século! "Porque Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar os fortes". 1 Corint 1:28. Marcia Costa.
Testemunho pessoal de um médico Judeu
Autor: Médico Judeu
O relato da vida real que se segue, é o testemunho pessoal de um médico Judeu.
"Trabalhei como cirurgião do exército dos Estados Unidos durante a Guerra Civil.
Após a batalha em Gettvsburg chegaram ao hospital vários soldados feridos, entre eles Charlie Coulson.
Como Charlie era muito jovem para ser soldado, pois tinha 17 anos, alistara-se como tambor. Ele chegou com ferimentos graves, sendo necessário amputar-lhe
um braço e uma perna.
Quando meus assistentes foram aplicar-lhe clorofórmio para a cirurgia, ele recusou-se e pediu para chamar-me e disse:
- Doutor, quando eu tinha 9 anos, dei meu coração a Jesus e desde aquele dia venho aprendendo a confiar Nele. Ele é minha força, Ele me sustentará enquanto
o senhor estiver amputando meu braço e minha perna.
Então indaguei e pedi para que tomasse um pouco de conhaque. Mais uma vez ele respondeu:
- Doutor, quando eu tinha 5 anos, minha mãe se ajoelhou ao meu lado, pedindo à Jesus, para que eu nunca bebesse um gole de bebida alcoólica. Existe a
possibilidade de eu morrer e ir para a presença de Deus. O senhor quer que eu chegue lá com bafo de conhaque?
Naquela ocasião, eu detestava Jesus, mas admirei a lealdade daquele rapaz com seu Salvador. Chamei então o Capelão, que conhecia bem o moço, poir este
frequentava as reuniões de oração.
Disse o Capelão:
- Charles, estou muito penalizado de vê-lo assim.
Respondeu Charlie ao Capelão:
- Ah, eu estou bem senhor. O doutor me ofereceu clorofórmio e conhaque, mas eu não aceitei, pois quero me apresentar ao meu Salvador em meu juízo
perfeito.
- Talvez você não morra, disse o Capelão. Mas, se o Senhor o levar, você deseja que eu faça alguma coisa?
- Capelão, respondeu o jovem, escreva uma carta para minha mãe e diga que tenho lido a Bíblia todos os dias, e tenho orado sempre para que Ele à
abençoe.
- Estou pronto doutor. Prometo que não vou nem gemer se o senhor não me der o clorofórmio.
Garanti-lhe que não aplicaria a droga, mas antes de pegar o bisturi, fui a saleta tomar um gole de conhaque. Quando peguei a serra para cortar o osso, o rapaz
colocou a ponta do travesseiro entre os dentes e sussurrou:
- Ó Jesus, bendito Jesus! Fica ao meu lado agora.
O rapaz cumpriu o que prometera, não gemeu.
Naquela noite não dormi pensando no rapaz.
Pouco depois da meia-noite, levantei-me e fui ao hospital. Assim que cheguei disse o enfermeiro:
- Dezesseis soldados morreram.
- E Charlie também? Indaguei.
- Não, dorme como um bebê. Por volta das 9 horas, o Capelão leu as escrituras para Charlie e ambos cantaram hinos de louvor. Não consigo entender doutor
como uma pessoa sentindo tanta dor ainda era capaz de canta, completou o enfermeiro.
Passados 5 dias desde que fora operado, Charlie me chamou e disse:
- É chegada a minha hora. Creio que não terei mais um dia de vida. Sei que é Judeu, e não crê em Jesus, mas gostaria que ficasse ao meu lado e me visse
morrer confiando em meu Salvador.
Tentei ficar, mas não consegui, pois aquele rapaz regozijava no amor daquele Jesus que eu detestava.
Passados 20 minutos o enfermeiro me procurou no consultório.
- Doutor, Charlie está morrendo e gostaria de vê-lo novamente.
Chegando ao quarto, Charlie pediu-me que segurasse em sua mão e disse:
- Doutor, amo o senhor porque é Judeu. O melhor amigo que tive neste mundo foi um Judeu.
Perguntei-lhe quem era esse amigo, e ele replicou:
- JESUS CRISTO. Quero apresentá-lo ao senhor antes de morrer. Enquanto o senhor me amputava, orei ao Senhor Jesus pedindo que manifestasse o seu
amor ao senhor.
Essas palavras tocaram fundo em meu coração. Doze minutos depois ele dormiu seguro nos braços de Jesus.
Durante a grerra morreram centenas de soldados, mas só compareci ao sepultamento de Charlie Coulson.
As últimas palavras daquele rapaz me impressionaram muito. Possuía muitos bens materiais, mas teria dado todo meu dinheiro para crer em Cristo como ele
cria.
Contudo a fé é algo que o dinheiro não compra.
Pouco depois esqueci o sermão de Charlie, embora não conseguisse esquecer-me do próprio moço. Durante 10 anos lutei contra Cristo com todo ódio que
tinha por Ele, até que afinal a oração de Charlie foi atendida.
Um ano e meio após a minha conversão fui a uma reunião de oração no Brooklyn, onde as pessoas dava seus testemunhos.
Depois de várias pessoas falarem, levantou-se uma senhora idosa e disse:
- Estou com os pulmões muito doentes, pouco tempo me resta. É um imenso prazer saber que muito em breve me encontrarei com meu filho e com Jesus. O
Charlie, além de soldado da pátria, foi também soldado de Cristo.
E ela continuou:
- Ele foi ferido em uma batalha, e ficou aos cuidados de um médico Judeu que amputou-lhe um braço e uma perna. Morreu 5 dias após a operação. O Capelão
escreveu-me uma carta relatando o que ocorrera entre meu filho e o médico em seus últimos momentos de vida.
Ao ouvi-la, não me contive. Levantei-me e fui correndo até ela. Apertei-lhe a mão e disse:
- Deus a abençoe, minha irmã! A oração do seu filho já foi atendida. Sou o médico Judeu por quem o Charlie orou, e o Salvador dele agora é meu Salvador
também. O amor de Jesus cativou minha alma."
Esse relato toca profundamente nosso coração. Vemos em Charlie Coulson quatro qualidade notáveis:
Convicção, Descanso, Amor e Compromisso.
Mas vemos ainda a fidelidade de Deus que honrou essas quatro atitude dele.
Busquem ao Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto. (Is 55:6)
Todo o que Nele confia jamais será envergonhado. (Rm 10:11)
Quem converte um pecador do erro do seu caminho, salvará a vida dessa pessoa e fará que muitíssimos pecados sejam perdoados. (Tg 5:20)